“A mais bela profissão de fé é aquela que, como um raio, dissipa as trevas da sua alma.” (Padre Pio de Pietrelcina)

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Exortação Apostólica Pós-Sinodal AMORIS LÆTITIA

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EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL
AMORIS LÆTITIA
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
AOS ESPOSOS CRISTÃOS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE O AMOR NA FAMÍLIA

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JMJ – Nossos pecados não sumirão na base da twitada

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A imagem acima é do site Kibeloco. Está até bacana! Convenhamos: é humor. O duro é ver a grande mídia, que deveria ser séria, reproduzir informações muito loucas sem o mínimo de apuração.

A respeito da anunciada indulgência que os participantes da JMJ poderão receber, teve manchete dizendo: “Indulgência plenária com um twit”; “Papa vai perdoar pecados de fiéis pelo Twitter”; “Seguidores do Papa no Twitter podem ter pecados perdoados”… enfim, só asneira.

Antes de tudo, é preciso entender que a indulgência NÃO concede o perdão dos pecados (explicaremos mais adiante). Os participantes da JMJ poderão obter a indulgência plenária, e também aqueles que, estando realmente impedidos de participar, acompanhem a Jornada pelo Rádio, pela TV ou pela Internet.

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Carta Encíclica Lumen Fidei de Sua Santidade Francisco

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CARTA ENCÍCLICA
LUMEN FIDEI
DO SUMO PONTÍFICE
FRANCISCO
AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS

SOBRE A FÉ

1. A luz da fé é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: « Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas » (Jo 12, 46). E São Paulo exprime-se nestes termos: « Porque o Deus que disse: “das trevas brilhe a luz”, foi quem brilhou nos nossos corações » (2 Cor 4, 6). No mundo pagão, com fome de luz, tinha-se desenvolvido o culto do deus Sol, Sol invictus, invocado na sua aurora. Embora o sol renascesse cada dia, facilmente se percebia que era incapaz de irradiar a sua luz sobre toda a existência do homem. De facto, o sol não ilumina toda a realidade, sendo os seus raios incapazes de chegar até às sombras da morte, onde a vista humana se fecha para a sua luz. Aliás « nunca se viu ninguém — afirma o mártir São Justino — pronto a morrer pela sua fé no sol ».[1] Conscientes do amplo horizonte que a fé lhes abria, os cristãos chamaram a Cristo o verdadeiro Sol, « cujos raios dão a vida ».[2] A Marta, em lágrimas pela morte do irmão Lázaro, Jesus diz-lhe: « Eu não te disse que, se acreditares, verás a glória de Deus? » (Jo 11, 40). Quem acredita, vê; vê com uma luz que ilumina todo o percurso da estrada, porque nos vem de Cristo ressuscitado, estrela da manhã que não tem ocaso.

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Papa Francisco: Vergonhar-se é a atitude do verdadeiro cristão

1_0_687323Vergonhar-se dos próprios pecados é a virtude do humilde que se prepara para acolher o perdão de Deus: foi o que disse o Papa Francisco na missa desta manhã presidida na capela da Casa Santa Marta, com a participação de funcionários da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica e de algumas religiosas.

Comentando a primeira Carta de S. João, em que se diz que “Deus é luz e Nele não há trevas”, o Papa Francisco destacou que “todos nós temos obscuridades na nossa vida”, momentos “em que há escuridão em tudo, inclusive na própria consciência”, mas isso não significa caminhar nas trevas:

“Caminhar nas trevas significa estar satisfeito de si mesmo; estar convencido de que não precisa de salvação. Essas são as trevas! Olhem seus pecados, os nossos pecados: todos somos pecadores, todos… Este é o ponto de partida. Se confessamos nosso pecados, Ele é fiel, é justo a ponto de nos perdoar.”

Isso é o que acontece no Sacramento da Reconciliação, afirmou Francisco, acrescentando que confessar não é como ir à tinturaria, para limpar a sujeira de nossas roupas:

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Papa Francisco: “A fé nasce da escuta e se fortalece no anúncio”

1_0_682796O Papa Francisco tomou posse da Basílica de São Paulo Fora dos Muros na tarde deste domingo.

Francisco manifestou a alegria de celebrar a Eucaristia nessa basílica papal localizada sobre o túmulo de São Paulo, “Apóstolo humilde e grande do Senhor, que O anunciou com a palavra, testemunhou com o martírio e adorou com todo o coração”.

Em sua homilia, o pontífice destacou três verbos importantes: anunciar, testemunhar e adorar. “Os apóstolos diante da ordem de não falar nem ensinar no nome de Jesus, de não anunciar mais a sua mensagem, respondem com clareza: Importa mais obedecer a Deus do que aos homens. E nem o fato de serem flagelados, ultrajados, encarcerados os deteve. Pedro e os Apóstolos anunciam, com coragem e desassombro, aquilo que receberam: o Evangelho de Jesus”, disse ainda o Santo Padre.

“E nós? Somos nós capazes de levar a Palavra de Deus aos nossos ambientes de vida? Sabemos falar de Cristo, do que Ele significa para nós, em família, com as pessoas que fazem parte da nossa vida diária? A fé nasce da escuta e fortalece-se no anúncio”, frisou o Papa.

Francisco disse ainda que “o anúncio de Pedro e dos Apóstolos não é feito apenas com palavras, mas a fidelidade a Cristo toca a sua vida, que se modifica, recebe uma nova direção, e é precisamente com a sua vida que dão testemunho da fé e anunciam Cristo”.

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Conheça a biografia do novo Papa

429678_10151340595254632_1950722264_nCardeal Jorge Mario Bergoglio, SJ, arcebispo de Buenos Aires, Argentina, nasceu em 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires. Ele foi ordenado pelos jesuítas, em 13 de dezembro de 1969, durante os estudos teológicos na Faculdade de Teologia de San Miguel.

Ele era noviço-mestre em São Miguel, onde também ensinou teologia. Foi Provincial da Argentina (1973-1979) e reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel (1980-1986). Depois de completar sua tese de doutorado na Alemanha, serviu como confessor e diretor espiritual em Córdoba.

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