“A mais bela profissão de fé é aquela que, como um raio, dissipa as trevas da sua alma.” (Padre Pio de Pietrelcina)

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Papa fala de um “oitavo sacramento”: a Alfândega pastoral

1_0_695396Como todos os dias, Papa Francisco celebrou Missa, esta manhã, na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, da qual participou um grupo de cerca de 70 pessoas, provenientes de diversas partes da Itália e de alguns países.

A celebração foi sóbria, mas muito emocionante; reinava um clima de grande recolhimento e participação, com uma plena sintonia entre o Papa e os presentes.Concelebraram com o Santo Padre, entre outros, o Cardeal Agostino Cacciavillan e diversos sacerdotes diocesanos e religiosos, de diversas nacionalidades.
Durante a Santa Missa, o Papa fez uma breve reflexão, quase que sussurrada, mas de conteúdo bem concreto, com base no evangelho de hoje, que diz: “Deixai vir a mim as criancinhas”.

Aqui o Santo Padre foi bem explícito: Como Jesus falava em parábolas aos seus discípulos e ao povo que o seguia, assim Papa Francisco citou diversos exemplos, partindo da sua experiência de pastor.

Por isso, o Santo Padre disse aos presentes: “devemos aprender a lição que Jesus nos dá com a página evangélica de hoje. Em sua vida pública, ele era sempre seguido por numerosas pessoas, sedentas de ouvir suas palavras. E aproveitava o ensejo para abraçar as pessoas, acariciar e beijar as crianças. Assim, referindo à Liturgia deste sábado, Francisco recordou que Jesus repreendeu seus discípulos, porque não queriam deixar as famílias se aproximassem de Jesus com seus filhos para que ele as tocasse. De fato, diziam que Jesus estava cansado e tinha muitos afazeres e compromissos… Diante desta atitude dos discípulos, Jesus ficou indignado e disse: “Deixai vir a mim os pequeninos; não os impeçam, pois a eles pertence o Reino de Deus”.

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Papa Francisco: “Concílio é fruto do Espírito, mas permanece inaplicado”

1_0_683236Nesta terça-feira, 16, Bento XVI completa 86 anos e Papa Francisco o lembrou no início da missa celebrada em sua residência, n Casa Santa Marta.

“Oferecemos-lhe a Missa, para que o Senhor esteja com ele, o conforte e lhe dê muito consolo”.

Na homilia, o comentário da primeira leitura do dia: o martírio de Santo Estevão, que antes de ser lapidado anunciou a Ressurreição de Cristo e advertiu para a resistência ao Espírito Santo. O Papa repetiu que mesmo em meio de nós, ainda existe esta resistência.

“Ao que parece, hoje o Espírito Santo nos incomoda, porque nos incentiva, empurra a Igreja para que vá adiante. E nós queremos que ele adormeça, queremos domesticá-lo, e isto não é bom porque Ele é Deus e é a força que nos consola, a força para prosseguirmos. Mas seguir avante dificulta… a comodidade é melhor!”.

“Hoje – prosseguiu o Papa – aparentemente estamos todos contentes com a presença do Espírito Santo, mas não é assim. Por exemplo, vamos pensar no Concílio:

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