“A mais bela profissão de fé é aquela que, como um raio, dissipa as trevas da sua alma.” (Padre Pio de Pietrelcina)

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Audiência Geral: Espírito Santo, fonte inesgotável da vida de Deus em nós

1_0_690125Mais de 80 mil fiéis e peregrinos lotaram esta quarta-feira a Praça S. Pedro para participar da Audiência Geral com o Papa Francisco.

Após saudar a multidão de papamóvel, de retribuir o afeto recebido, o Papa depositou flores aos pés da pequena imagem de Nossa Senhora de Luján, padroeira da Argentina, cuja festa litúrgica é celebrada no dia 9 de maio. A imagem estava posicionada ao lado da cátedra papal.

O Pontífice dedicou sua catequese a mais um trecho do Credo, quando professamos com fé: “Creio no Espírito Santo que é Senhor e dá a vida”. O Espírito Santo, disse, é a fonte inesgotável da vida de Deus em nós. O homem de todos os tempos e de todos os lugares deseja uma vida plena e bela, justa e boa, uma vida que não seja ameaçada pela morte, mas que possa amadurecer e crescer até sua plenitude. O homem, atravessando os desertos da vida, tem sede de água viva. E Jesus nos doa esta água viva, que é o Espírito Santo, para que a nossa vida seja guiada por Deus, seja animada por Deus, seja nutrida por Ele.

Esta água mata nossa sede porque nos purifica, nos ilumina, nos renova e nos transforma; nos torna partícipes da própria vida de Deus, que é Amor.

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Audiência geral: “A vida não nos foi dada para que a conservemos para nós mesmos, mas nos foi dada para que a doemos”.

1_0_685924Mais uma quarta-feira de festa na Praça São Pedro no Vaticano; de fato mais de 70 mil fiéis provenientes de todas as partes do mundo se reuniram para ouvir a catequese do Papa Francisco no âmbito da audiência geral. No encontro desta manhã o Santo Padre refletiu sobre três textos do Evangelho que ajudam a entrar no mistério de uma das verdades que se professam no Credo: Jesus “de novo há de vir em sua glória para julgar os vivos e os mortos”; os textos foram o das dez virgens, a dos talentos e o do Juízo Final.

Na parábola das dez virgens – disse o Papa – o Esposo que as jovens esperam com as lâmpadas de azeite é o Senhor. O tempo de espera é o tempo que devemos manter acesas as nossas lâmpadas da fé, da esperança e da caridade, é o tempo antes de sua vinda final.

“O que se pede é que devemos estar preparados para o encontro, que significar saber ver os sinais de sua presença, manter viva a nossa fé, com a oração e com os Sacramentos; trata-se de ser vigilantes para não dormirmos, para não se esquecermos de Deus”.

Já na parábola dos talentos, se recorda que Deus concedeu dons, que devem ser usados e multiplicados, pois no seu retorno perguntará como foram utilizados.

Esta parábola – disse o Papa – nos fala que a espera do retorno do Senhor é o tempo da ação, o tempo no qual usar os dons de Deus, não para nós mesmos, mas para Ele, para a Igreja, para os outros, o tempo no qual procurar sempre fazer crescer o bem no mundo. E em particular hoje, neste período de crise, é importante não se fechar em si mesmo, enterrando o próprio talento, mas abrir-se, ser solidário, estar atento ao outro. E falando aos jovens disse:

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Audiência Geral: “Ser cristão não é cumprir mandamentos, mas é deixar que Cristo transforme nossa vida”

1_0_681369Nesta quarta-feira, a Praça S. Pedro estava repleta de fiéis, turistas e peregrinos para a Audiência Geral.

Antes de pronunciar a sua catequese, de papamóvel o Papa Francisco fez o giro da Praça, saudando calorosamente os fiéis e beijando as crianças. O tema proposto pelo Pontífice foi o fundamento da nossa fé: a Ressurreição de Cristo.

“Este é o maior dom que recebemos do Mistério pascal de Jesus”, explicou. A ressurreição de Jesus é tão importante, que, «se Cristo não ressuscitou – escreve São Paulo –, é vã a nossa fé». Na verdade, a nossa fé apoia-se sobre a morte e ressurreição de Cristo como uma casa está apoiada sobre os alicerces: se estes cedem, a casa cai. Na cruz, Jesus ofereceu-Se a Si mesmo, tomando sobre Si os nossos pecados.

Com a Ressurreição, algo de absolutamente novo acontece: somos libertados da escravidão do pecado e nos tornamos filhos de Deus. Ou seja, somos gerados a uma vida nova no Batismo. E a nossa vida será nova se nos comportarmos como verdadeiros filhos, deixando que Cristo tome posse da nossa vida e a transforme.

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