“A mais bela profissão de fé é aquela que, como um raio, dissipa as trevas da sua alma.” (Padre Pio de Pietrelcina)

Formação

Pe. Paulo Ricardo – Indulgências

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O Missal Romano e as partes da missa

Missal-RomanoO novo Missal Romano, aprovado pelo Papa, traz as instruções (cerca de 400 itens) que devem ser obedecidas para a celebração da Santa Missa em suas diversas formas aprovadas pela Igreja.

Selecionamos aqui apenas os itens que consideramos mais importantes para o conhecimento dos leigos. O texto completo pode ser lido no Missal. Diz o número 21: “O objetivo desta Instrução é traçar as linhas gerais por que se há de regular toda a celebração eucarística e expor as normas a que deverá obedecer cada uma das formas de celebração.”

Introdução

1. Quando Cristo Senhor estava para celebrar com os discípulos a Ceia pascal, na qual instituiu o sacrifício do seu Corpo e Sangue, mandou preparar uma grande sala mobiliada (Lc 22, 12). A Igreja sempre entendeu que esta ordem lhe dizia respeito e, por isso, foi estabelecendo normas para a celebração da santíssima Eucaristia, no que se refere às disposições da alma, aos lugares, aos ritos, aos textos.

Testemunho de fé inalterável

2. A natureza sacrificial da Missa, solenemente afirmada pelo Concílio de Trento, de acordo com toda a Tradição da Igreja, foi mais uma vez formulada pelo II Concílio do Vaticano, quando, a respeito da Missa, proferiu estas significativas palavras: “O nosso Salvador, na última Ceia, instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e Sangue, com o fim de perpetuar através dos séculos, até à sua vinda, o sacrifício da cruz e, deste modo, confiar à Igreja, sua amada Esposa, o memorial da sua Morte e Ressurreição”.

Esta doutrina do Concílio, encontramo-la expressamente enunciada, de modo constante, nos próprios textos da Missa. Assim, o que já no antigo Sacramentário, vulgarmente chamado Leoniano, se exprimia de modo inequívoco nesta frase: “Todas as vezes que celebramos o memorial deste sacrifício, realiza-se a obra da nossa redenção”, aparece-nos desenvolvido com toda a clareza e propriedade nas Orações Eucarísticas. Com efeito, no momento em que o sacerdote faz a anamnese, dirigindo-se a Deus, em nome de todo o povo, dá-Lhe graças e oferece-Lhe o sacrifício vivo e santo, isto é, a oblação apresentada pela Igreja e a Vítima, por cuja imolação quis o mesmo Deus ser aplacado; e pede que o Corpo e Sangue de Cristo sejam sacrifício agradável a Deus Pai e salvação para todo o mundo.

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Imaculado Coração de Maria

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A devoção ao Sagrado Coração de Jesus,
o Estandarte da Vitória contra os males desta época

A Divina Providência, para combater os males de uma época, suscita não só pessoas ou instituições. Também o faz por meio de formas de piedade, moções espirituais e desejos de perfeição novos.

Nos últimos séculos o mal cresceu de modo alarmante afastando os indivíduos e as sociedades de Deus. Mas junto a ele cresceu também o culto ao Sagrado Coração. Foi esta a devoção que mais se difundiu na Igreja e que maior estímulo recebeu do Magistério Pontifício.

Há ligação entre os dois fenômenos?

O padre Jules Chevalier, no prefácio das Constituições que escrevera em 1891 para as Filhas de Nossa Senhora do Sagrado Coração de Jesus, lembrou: “A devoção ao Sagrado Coração de Jesus foi revelada pelo próprio Senhor e recomendada pela Igreja como um remédio eficaz contra os males do mundo de hoje.”

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Igreja se prepara para Festa de Corpus Christi

Untitled-1Na próxima quinta-feira, dia 30 de maio, celebramos a festa do Corpo e Sangue de Cristo, também conhecida como festa de Corpus Christi. É uma festa típica da Igreja Católica e tem por motivação promover a fé na presença do Cristo Ressuscitado nas espécies do pão e do vinho consagrados.

Em cada Missa, quando o padre toma o pão nas mãos e pronuncia as palavras: “Tomai todos e comei: isto é o meu corpo que será entregue por vós”, e, depois disso, ao tomar o cálice com vinho e proclamar:

“Tomai todos, e bebei! Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados: fazei isto em memória de mim!”, entendemos que se dá o milagre da transubstanciação do pão e do vinho no corpo e no sangue de Cristo.

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O que é o Pecado Original?

Na verdade, a Igreja tem o Pecado Original como dogma de fé, ou seja, uma realidade que não se pode negar. Assim diz o Catecismo da Igreja Católica no parágrafo §390: “A revelação dá-nos a certeza de fé de que toda história humana está marcada pelo pecado original cometido livremente por nossos primeiros pais”.

Veja neste vídeo o que a Igreja ensina sobre este assunto:

Fonte: Editora Cleofas


Como era a Eucaristia no começo da Igreja?

passion13bEvidentemente os textos mais importante sobre a presença real do corpo e do sangue do Senhor Jesus no pão e no vinho consagrados, são os textos dos Evangelhos (Mt 26,28; Mt 14, 24; Jo 6, 22-71;Mc 14, 22-24; Lc 22,19s; 1 Cor 11,23-26). No ano 56 São Paulo deixava claro aos coríntios que quem participasse indignamente da Eucaristia, se tornaria réu do corpo e do sangue do Senhor. (1 Cor 11, 23-26) E as graves consequências desse pecado, indicadas pelo Apóstolo, mostram que a Eucaristia não é mero símbolo, mas presença real de Jesus na hóstia consagrada. Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão com o corpo e Cristo? (1Cor 10,16-21)

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